Jornal De Gang
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Momento Melancia 
“A coisa esta mais lenta do que bahiano fazendo ioga…”
Nunca a mulher foi tão e mal usada. É comer com casca e tudo e cuspir os caroços.
Estava outro dia na academia, fazendo a minha esteira (exercitando as perninhas já que a mente fica o tempo todo em exercício), assistindo a um canal a cabo, onde passavam vídeos de musica pop internacional. A maioria dos clipes era da black music americana, com seus funks e rap que não é muito a minha praia, ou melhor, como nunca vou à praia, não é da minha pacata academia. (risos)Como o programa tinha legendas, e numa esteira não sobra muito que fazer a não ser ler tudo que esta pela frente, comecei a prestar atenção nas letras traduzidas. As imagens sempre são a mesma merda, com suas repetidas cenas de afros musculosos, geralmente sem camisa, em carros super caros, casas fabulosas e cenários igualmente colossais rodeado de muitas mulheres-objeto, seminuas a rebolar e esfregar imensos melões e gigantescos bundões nestes mesmos afrodescendentes que nunca dão atenção às mesmas. E quando as mulheres protagonistas desse gênero são sempre super sexy, em roupas super justas, super curtas, sempre super louras ou super ruivas, nunca de cabelos fritinhos como de nascença, fazendo caras e bocas de quem esta a ponto de bala, e em poses super “chula-sex”, com rebolados estilo stripper de boates de quinta.O que me choca não é só o visual, mas sim que a maioria das letras, falam de sexo fácil e rasteiro. Na facção masculina as mulheres são cãezinhos adestrados (as cachorras), que dão super mole para seus machos super garanhões e sempre são presa fácil para valores fúteis. Já na ala feminina as “cantoras” falam o mesmo no sentido contrario; tipo: elas darão rapidinho para seus machos se forem mal tratadas ou compradas por merdas caras. O modelito é no estilo fruta: escolhe, chupa e come cuspindo o caroço fora.Adoro ver clipes de cantoras americanas que usam casacos de pele muito curtos (não sei o que aquecem?) combinados com shorts ou saias tão ínfimos que mal tampam o que deveria estar tampado. Primeiro: Que frio é esse que elas sentem? Será que só faz frio na parte de cima e calor na parte de baixo? Isso tem uma certa lógica já que elas sempre estão no “vem quente que estou fervendo…”Essa é a era do mulherão, sempre de saltos agulha, roupas duas vezes menores do que o corpo e muita atitude vagaba e sexual nas poses e posturas. É o momento “escute gozando”!!! O mesmo acontece aqui no Rio de Janeiro, com a carioca comum. Mesmo na chuva fria, ela tem que estar com meio corpo à mostra, pois aqui é a terra do verão eterno, mesmo fazendo 16°. E tome sex… Daí comecei a relembrar as nossas musas da música popular. Ou temos letras onde tudo termina em sacanagem sempre com mulheres rebolando sobre garrafas, objetos fálicos ou dançando em trenzinho mostrando calcinhas para homens cheios de intenções não muito religiosas, ou se faz o momento auto-ajuda com o “põem a mão lá”, “coloca a mão ali” e “tchan, tchan, tchan, tchaaaaaaaannnnnn”. Lá vem mais sacanagens com a mulherada pagando o maior mico.Vi na TV na madrugada um programa de funk onde muitas gatinhas balançavam bundas em micro shortinhos ou microscópicas sainhas onde muita calcinha foi exibida quase que do avesso de tão perto que eram filmadas. Deu ate pra sentir o cheiro, tamanha distancia que estavam as bimbinhas da minha televisão. Será que elas têm família? Será que essa família assiste à performance artística dessas meninas? Quando saem para gravar esse programa, elas levam suas mães?Não podemos esquecer as cantoras “pula-pula”, com seus figurinos estilo punk jegue de couro, plástico e muito brilho, com muita nádegas de fora, botas á la chacrete e cabelos mega que chacoalham pra lá e pra cá sem parar. É uma chatice só ver essas bregas pulando e gritando musicas de amor com roupas de malucas futuristas do brejo. E tome o dito pornô sex pro povo ver e sonhar… Nas bancas de jornal só têm bunda estratosférica em poses muito “artística”, nas capas de inúmeras revistas especializadas em vagabundagens. Tem umas que conseguem mostrar todos os seus furos num ângulo só, coisas criadas por feiticeiras e tiazinhas contorcionistas de antigas temporadas, que acabou virando regra. É cu, buça e peito na mesma direção, e o carão de quem não esta nem um pouco incomodada com tamanha torção corporal.Agora até é moda mulheres frutas! Escandalizando o mundo com suas frútices créu, a mostra, sem falar das piscas-piscas de super nádegas que, já geraram polemicas de quem as inventou. Se foi uma deliciosa modelo e apresentadora de TV ou uma desarvorada dançarina de bailes de subúrbio?Só falta os homens entrarem nessa também. Já imaginou homem-nabo ou homem-pepino? Acho que não seria bom de se ver na hora das refeições, não é mesmo!!! De Gang
Foto: Quadro de Ricardo Passos – Pintura Acrilica
(Onde será que isso tudo vai acabar???)
